domingo, 6 de novembro de 2011

“Por que a sociedade deve pagar pela crise dos bancos?”, questiona professor

Economia

Giuliano Oliveira, do Instituto de Economia da Unicamp, pensa que líderes europeus estão equivocados na lógica de prejuízos públicos para garantir lucros privados, e aponta importância de mobilização social

Lúcio Flávio Pinto: A maior grilagem de terras do mundo acabou





por Lúcio Flávio Pinto, no seu blog, sugestão do sgeral/MST

A maior propriedade rural do mundo deixou de existir legalmente na semana passada. O juiz Hugo Gama Filho, da 9ª vara da justiça federal de Belém, mandou cancelar o registro imobiliário da Fazenda Curuá, que consta dos assentamentos do cartório de Altamira, no Pará. O imóvel foi inscrito nos livros de propriedade como tendo nada menos do que 4,7 milhões de hectares.
Seu suposto proprietário podia se considerar dono da

Para MST, Código Florestal deveria aprimorar 'função social da terra'

Ambiente

Para ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, Senado promoveu "avanços" na matéria que propõe o novo Código Florestal



Para MST, Código Florestal deveria aprimorar 'função social da terra'
Em audiência pública, o representante do MST, José Batista de Oliveira criticou a pressa e a pressão

Fazendeiro escraviza pela segunda vez na mesma propriedade

Dez pessoas - incluindo uma mulher que trabalhava como cozinheira - foram libertadas da Fazenda Outeiro Grande, que pertence ao reincidente Antonio Evaldo de Macedo. Empregador constou da "lista suja" entre 2008 e 2010
Por Bianca Pyl

Um grupo de dez pessoas - incluindo uma mulher que exercia a função de

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Reforma agrária trava no primeiro ano do governo Dilma

A presidente Dilma Rousseff já rejeitou cerca de 90 processos de desapropriação de áreas para reforma agrária e se aproxima do final de seu primeiro ano de mandato sem ter desapropriado nenhuma fazenda.
16/10/2011
A presidente Dilma Rousseff já rejeitou cerca de 90 processos de desapropriação de áreas para reforma agrária e se aproxima do final de seu primeiro ano de mandato sem ter desapropriado nenhuma fazenda.
                Em comparação com os outros sete mandatos presidenciais depois do fim da ditadura, apenas um (o de Fernando Collor) demorou, por enquanto, mais tempo para começar a desapropriar.
                A opção de Dilma representa uma clara ruptura em relação à era Lula. Entre 2003 e 2010, 20 decretos de reforma agrária por mês foram editados, passando imóveis para o Incra (Instituto Nacional da Colonização e Reforma Agrária).
                Segundo a Folha apurou, a presidente devolveu os processos que lhe foram encaminhados sob o argumento de que precisava de mais detalhes antes de decidir se elas deveriam ou não se tornar aptas para virar assentamentos de trabalhadores sem terra.
                Para o presidente do Incra, Celso Lacerda, nenhum decreto foi publicado por Dilma ser uma administradora "muito minuciosa".
                "Ela não deu decreto não foi porque ela não dá importância à reforma agrária, é porque ela quer de fato um processo qualificado."
                Lacerda afirmou que o governo não vai mais "jogar uma família na terra e levar dois anos para liberar o primeiro crédito e depois demorar mais dois anos para liberar a assistência técnica"
                Dentre as exigências de Dilma para as áreas, diz o presidente do Incra, estão ser "de qualidade", "bem localizadas", e que sirvam ao combate da pobreza rural.
                Para movimentos sociais de sem terra, a demora do primeiro decreto é um sinal do aprofundamento da desaceleração



Fonte: João Carlos Magalhães, de Brasília Folha on line http://www1.folha.uol.com.br 15/10/2011

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